Depois de bombar Brasil afora com "Ai, Se Eu Te Pego", "Humilde Residência" e "É Nóis Fazê Parapapá (Part. Sorriso Maroto)", Michel Teló aposta em uma balada para conquistar as rádios
do país.
"Love Song", de autoria de Rafael da dupla com Kleo Dibah, a canção mistura português e inglês com versos
que prometem grudar na cabeça dos ouvintes.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Richie Sambora diz que Bon Jovi vai ao Brasil no ano que vem
Richie Sambora disse que o Bon
Jovi vem ao Brasil, ano que
vem. Em entrevista para o jornal O Globo, o guitarrista falou sobre a visita ao país e
também o novo disco da banda.
Sambora, que está promovendo seu álbum solo "Aftermath of the Lowdown", falou também sobre a possibilidade de cantar suas músicas para o público brasileiro. "A única certeza é de que estarei no Brasil com o Bon Jovi no ano que vem. Se tiver uma folga entre shows, vou tentar fazer uma apresentação solo".
A banda lançará também no próximo ano um novo álbum, "What About Now", ainda sem uma data oficial de lançamento. A turnê mundial "Because We Can" deverá visitar todos os continentes e começará com shows nos Estados Unidos e Canadá.
Sambora, que está promovendo seu álbum solo "Aftermath of the Lowdown", falou também sobre a possibilidade de cantar suas músicas para o público brasileiro. "A única certeza é de que estarei no Brasil com o Bon Jovi no ano que vem. Se tiver uma folga entre shows, vou tentar fazer uma apresentação solo".
A banda lançará também no próximo ano um novo álbum, "What About Now", ainda sem uma data oficial de lançamento. A turnê mundial "Because We Can" deverá visitar todos os continentes e começará com shows nos Estados Unidos e Canadá.
Presidente do parlamento lembra que governo de transição não foi eleito
O presidente do parlamento da Guiné-Bissau, Ibraima Sory Djaló, lembrou quinta-feira aos membros do governo de transição que não foram eleitos pelo povo, ao contrário dos deputados, noticiou a Lusa.
"Se este governo entende que por não ser de legislatura vai penalizar o parlamento, isso pode custar-lhe caro. Isso que fique claro, porque não estamos aqui numa brincadeira. Este governo não foi eleito, enquanto nós (deputados) fomos eleitos pelo povo deste país", notou Sory Djaló.
O presidente do parlamento guineense fez a advertência ao responder a uma interpelação de um deputado da bancada maioritária sobre o facto de a Rádio Nacional (emissora estatal) não estar a cobrir os trabalhos da sessão plenária do parlamento.
"Há pessoas que lutaram para derrubar este parlamento mas que não o conseguiram, mas agora querem tentar outras vias. Estejamos preparados. As leis deste país são feitas nesta casa. Que cada um assuma as suas responsabilidades. Isto é claro. Já estou a perceber o que certas pessoas andam a tramar contra este parlamento", afirmou Djaló, sem especificar de quem falava.
As afirmações de Sory Djaló seguiram-se à intervenção do deputado Lúcio Rodrigues do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), que firmou que há uma atitude deliberada da Rádio Nacional em não transmitir os debates no parlamento.
"No âmbito do serviço público, a Rádio e a Televisão têm a obrigação de cobrir todos os assuntos de que o povo deve ser informado. A lei diz que a Rádio Nacional é obrigada a cobrir todos os trabalhos em sessão plenária do Parlamento, mas isso não tem estado a acontecer", disse Lúcio Rodrigues.
O deputado Soares Sambu, também do PAIGC, invocou o regimento parlamentar para esclarecer que só em dias de debates do programa do Governo ou Orçamento Geral de Estado é que a Rádio Nacional deve dar uma cobertura integral dos trabalhos no Parlamento.
A Guiné-Bissau está a ser gerida por um governo de transição na sequência de um golpe de Estado ocorrido em Abril passado. A Assembleia Nacional esteve diversos meses parada por desentendimento entre os dois maiores partidos, o PAIGC e o Partido da Renovação Social (PRS), que finalmente se entenderam no mês passado.
Sory Djaló pertence ao PRS, o maior partido da oposição.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
SG da ONU "profundamente preocupado" com impasse guineense
O secretário-geral
da ONU, Ban Ki-moon, manifestou-se "profundamente preocupado" com o
impasse político e a degradação da segurança na Guiné-Bissau,
"deplorando" as persistentes divergências internas e entre parceiros
internacionais.
A posição é expressa no mais recente relatório do secretário-geral sobre a situação na Guiné-Bissau, a que a Lusa teve acesso, em que Ban Ki-moon revela ter dado instruções ao secretariado da ONU e à missão em Bissau (UNIOGBIS) para organizarem uma reunião entre as "autoridades de facto" e o governo deposto "tão rápido quanto possível".
Sob auspícios da União Africana, em Adis Abeba, esta reunião terá como finalidade um acordo sobre os "próximos passos para repor a ordem constitucional através de um processo de diálogo nacional", conforme dita a resolução aprovada pelo Conselho de Segurança após o golpe de Abril.
O Departamento de Assuntos Políticos foi ainda incumbido de
promover a elaboração de um "roteiro" entre União Africana, União
Europeia, ONU, comunidade regional (CEDEAO) e comunidade lusófona (CPLP) para
apoiar os esforços de reposição da constitucionalidade.
"Continuo profundamente preocupado com a persistente falta de progressos na reposição da constitucionalidade na Guiné-Bissau e a deterioração da situação de segurança", afirma Ban no relatório, mencionando o recente ataque contra uma base militar em Bissau.
"O país tem permanecido paralisado com consequências graves para a população e uma degradação da situação económica", adianta.
A situação na Guiné-Bissau será discutida no Conselho de Segurança na próxima terça-feira, 11 de Dezembro, em consultas em que deverá estar presente o representante especial da ONU em Bissau, Joseph Mutaboba.
Espera-se também um 'briefing' sobre o comité de sanções para a Guiné-Bissau, estabelecido pela resolução aprovada pelo Conselho de Segurança após o golpe, organismo que é presidido pelo embaixador de Marrocos na ONU.
O secretário-geral deixa um apelo a todos os atores da crise guineense, em particular as "autoridades de facto", para que intensifiquem esforços para chegar a um roteiro que identifique "marcos e prazos para eleições credíveis marcando o final da transição".
"Deploro a persistência de visões divergentes, a nível nacional e internacional, sobre o caminho para resolver a crise política", adianta.
Mesmo que sejam resolvidos os actuais constrangimentos técnicos e financeiros a eleições, Ban Ki-moon considera no relatório que o actual ambiente "não é conducente" a um processo eleitoral bem sucedido.
Para o secretário-geral, o ataque de 21 de Outubro mostra a "fragilidade da situação política e de segurança" e o "contínuo papel de domínio dos militares em assuntos de Estado".
Ban Ki-moon salienta que a percepção de violência com raízes étnicas pode minar a coesão do país e afirma-se particularmente preocupado com relatos de "violações sérias de direitos humanos e actos de intimidação por militares", incluindo contra pessoal da ONU e buscas injustificadas de veículos da ONU.
O secretário-geral condena todas as formas de rapto, detenção extrajudicial, violência, intimidação e violações da liberdade de expressão e reunião por militares.
Ban Ki-moon denuncia aumento do tráfico de droga desde golpe de Abril
O tráfico de droga
e o crime organizado aumentaram substancialmente na Guiné-Bissau desde o golpe
de Estado de Abril pelos militares, segundo o secretário-geral da ONU, Ban
Ki-moon.
No seu último relatório sobre a situação na Guiné-Bissau, a que a Lusa teve acesso, Ban Ki-moon reitera o pedido ao Conselho de Segurança da ONU para que, face ao aumento, seja estabelecido um painel de peritos para investigar a actividade e identidade dos envolvidos no tráfico de droga e crime organizado.
"Há provas substanciais de um aumento no tráfico de
droga e crime organizado desde o golpe de Estado de 12 de Abril", afirma o
secretário-geral no relatório.
Ao painel de peritos no Conselho de Segurança, deve ser dado poder de aplicar sanções "direccionadas e punitivas" para "ajudar a inverter o crescimento de actividades relacionadas com tráfico de droga", defende.
O golpe de Abril teve entre os seus principais atores militares ligados pelo Departamento de Estado norte-americano ao crime organizado e tráfico de droga.
A situação na Guiné-Bissau será discutida no Conselho de Segurança na próxima terça-feira, 11 de Dezembro, em consultas em que deverá estar presente o representante especial da ONU em Bissau, Joseph Mutaboba.
Espera-se também um 'briefing' sobre o comité de sanções para a Guiné-Bissau, estabelecido pela resolução aprovada pelo Conselho após o golpe, organismo que é presidido pelo embaixador de Marrocos na ONU.
No relatório, Ban Ki-moon frisa que "qualquer solução para a instabilidade na Guiné-Bissau deve incluir acções concretas para combater a impunidade".
Deve também "garantir que sejam levados perante a Justiça os responsáveis por assassínios políticos e outros crimes sérios como actividades relacionadas com o tráfico de droga e violações da ordem constitucional", adiantou.
Numa conferência de imprensa em Setembro na ONU, o director da agência da ONU sobre Drogas e Crime (UNODC), Yuri Fedotov, afirmou que o trânsito de drogas está "claramente a aumentar" na Guiné-Bissau.
"Infelizmente, é claro que o transbordo de drogas através da Guiné-Bissau está a aumentar. É um desafio adicional", disse Fedotov.
Em conferência de imprensa, Fedotov afirmou que a UNODC mantém um "muito baixo perfil" na Guiné-Bissau, nomeadamente apoiando a unidade contra a criminalidade internacional recentemente criada.
O mesmo alerta foi feito antes ao Conselho de Segurança pelo representante do secretário-geral da ONU para a África Ocidental, Said Djinnit, que disse que as redes de narcotráfico estão mais activas e influentes nos últimos meses.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
PR Malam Bacai Sanhá morreu em Paris
O Presidente guineense, Malam Bacai Sanhá, morreu hoje (segunda-feira) no hospital Val de Grâce, em Paris, anunciou a Presidência guineense um comunicado.
"A Presidência da República vem através deste meio comunicar ao povo guineense e à comunidade internacional, com dor e consternação, que faleceu esta manhã, 9 de Janeiro de 2012, no Hospital Val de Grâce, em França, S. Exa. o Presidente da República Malam Bacai Sanhá", diz o texto do comunicado.
O porta-voz da Presidência, Agnelo Regala, disse à Lusa que Malam Bacai Sanhá morreu na manhã de hoje às 11H10 locais.
O comunicado divulgado pela Presidência acrescenta que as cerimónias das exéquias fúnebres "serão oportunamente comunicadas pelas autoridades competentes".
Na casa de Malam Bacai Sanhá em Bissau é já visível o movimento de chegada de pessoas, em resultado da divulgação da notícia da morte do Chefe de Estado da Guiné-Bissau.
"A Presidência da República vem através deste meio comunicar ao povo guineense e à comunidade internacional, com dor e consternação, que faleceu esta manhã, 9 de Janeiro de 2012, no Hospital Val de Grâce, em França, S. Exa. o Presidente da República Malam Bacai Sanhá", diz o texto do comunicado.
O porta-voz da Presidência, Agnelo Regala, disse à Lusa que Malam Bacai Sanhá morreu na manhã de hoje às 11H10 locais.
O comunicado divulgado pela Presidência acrescenta que as cerimónias das exéquias fúnebres "serão oportunamente comunicadas pelas autoridades competentes".
O conselho de ministros guineense esteve reunido na manhã de hoje (segunda-feira) em Bissau "para analisar a situação", informou fonte do Governo, e prepara a divulgação de um comunicado.
Na casa de Malam Bacai Sanhá em Bissau é já visível o movimento de chegada de pessoas, em resultado da divulgação da notícia da morte do Chefe de Estado da Guiné-Bissau.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
OGE para 2012 aprovado com voto favorável do PRS
O Parlamento da Guiné-Bissau aprovou o Orçamento Geral do Estado (OGE) para o próximo ano com o voto favorável da bancada do principal partido da oposição, o PRS, do ex -Presidente guineense Kumba Ialá.
O Primeiro-ministro guineense, Carlos Gomes Júnior, disse aos jornalistas, após a votação, que ficou "agradavelmente surpreendido" pelo facto de o Partido da Renovação Social ter participado na votação favorável ao OGE, salientado que "os interesses nacionais falaram mais alto".
"Francamente, contava apenas com os votos da nossa bancada. Felicitamos a bancada do PRS, por ter demonstrado que quando estão em causa os interesses nacionais, estamos todos no mesmo lado", referiu Carlos Gomes Júnior.
O OGE para 2012, que o Primeiro-ministro considerou ser "o orçamento possível" devido à crise internacional e atendendo ao facto de ter um défice de cerca de 60 por cento que o Governo terá que ir mobilizar junto dos parceiros internacionais, foi aprovado com 88 votos a favor, 1 contra e uma abstenção.
Para Carlos Gomes Júnior, o facto de o PRS ter votado favoravelmente para a aprovação do OGE "demonstra que (esse partido compreendeu) que o Governo tem estado a
trabalhar bem", pelo que, frisou, resta agora que os parceiros comecem a desembolsar os apoios orçamentais prometidos ao país.
O Orçamento Geral do Estado para 2012 é de 115 mil milhões de francos CFA (cerca de 175 milhões de euros), embora tenha um défice de cerca de cerca de 54 mil milhões de francos CFA (82 milhões de euros).
Fonte da bancada do Partido da Renovação Social disse à agência Lusa que a votação do OGE "obedeceu aos critérios de responsabilidade política" que o PRS defende, mas tal não significará que não haverá fiscalização da execução orçamental.
O Primeiro-ministro guineense, Carlos Gomes Júnior, disse aos jornalistas, após a votação, que ficou "agradavelmente surpreendido" pelo facto de o Partido da Renovação Social ter participado na votação favorável ao OGE, salientado que "os interesses nacionais falaram mais alto".
"Francamente, contava apenas com os votos da nossa bancada. Felicitamos a bancada do PRS, por ter demonstrado que quando estão em causa os interesses nacionais, estamos todos no mesmo lado", referiu Carlos Gomes Júnior.
O OGE para 2012, que o Primeiro-ministro considerou ser "o orçamento possível" devido à crise internacional e atendendo ao facto de ter um défice de cerca de 60 por cento que o Governo terá que ir mobilizar junto dos parceiros internacionais, foi aprovado com 88 votos a favor, 1 contra e uma abstenção.
Para Carlos Gomes Júnior, o facto de o PRS ter votado favoravelmente para a aprovação do OGE "demonstra que (esse partido compreendeu) que o Governo tem estado a
trabalhar bem", pelo que, frisou, resta agora que os parceiros comecem a desembolsar os apoios orçamentais prometidos ao país.
O Orçamento Geral do Estado para 2012 é de 115 mil milhões de francos CFA (cerca de 175 milhões de euros), embora tenha um défice de cerca de cerca de 54 mil milhões de francos CFA (82 milhões de euros).
Fonte da bancada do Partido da Renovação Social disse à agência Lusa que a votação do OGE "obedeceu aos critérios de responsabilidade política" que o PRS defende, mas tal não significará que não haverá fiscalização da execução orçamental.
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